Escritório: Brasil

Cliente: Banco Nacional do Canadá (National Bank).
https://www.nbc.ca/

Cheque Gordo Atlântico: metas como linguagem de engajamento

Contexto

O Banco Nacional do Canadá, sexto maior banco comercial do Canadá, atua no Brasil por meio de operações ligadas a crédito, investimentos e fundos especializados, entre eles o Fundo Atlântico. Sua presença no mercado brasileiro depende diretamente do desempenho de agências parceiras e operadores, responsáveis por levar os produtos financeiros ao público final e sustentar os resultados da operação.

Nesse modelo, o cumprimento de metas é central — mas também um ponto de desgaste recorrente. Operadores convivem com múltiplos estímulos comerciais, campanhas simultâneas e programas de incentivo que, ao longo do tempo, tendem a perder força simbólica. A meta deixa de ser percebida como objetivo compartilhado e passa a ser vista apenas como cobrança, enfraquecendo engajamento, produtividade e vínculo com a marca.

O desafio do Fundo Atlântico era reverter esse cenário. Mais do que impulsionar números, era necessário reconstruir a relação entre desempenho, reconhecimento e pertencimento, fortalecendo o vínculo com as agências parceiras e reposicionando o programa de recompensas como algo claro, desejável e mobilizador. Engajar operadores, reter talentos e sustentar resultados exigia uma abordagem que fosse além da comunicação informativa — exigia linguagem, símbolo e experiência.

Decisão

Diante do desgaste dos modelos tradicionais de incentivo, a decisão foi não tratar a meta apenas como número, nem o programa de recompensas como um mecanismo automático de premiação. Era preciso transformar o cumprimento de metas em algo visível, desejável e compartilhado, capaz de gerar engajamento real entre operadores e agências parceiras.

A estratégia adotada partiu da compreensão de que reconhecimento não se comunica apenas por regras ou percentuais, mas por símbolos e experiências. A campanha deveria simplificar a mensagem, tornar o objetivo inequívoco e reposicionar o programa de recompensas como um marco aspiracional — algo que valesse a pena ser perseguido, lembrado e comentado.

Assim nasceu a decisão de criar uma ação de endomarketing que materializasse a meta, reforçasse a relação com o Fundo Atlântico e devolvesse sentido ao esforço coletivo. Mais do que estimular desempenho, a campanha precisava criar pertencimento, orgulho e clareza sobre o que estava em jogo para quem participava.

Atuação

A decisão estratégica ganhou forma com a criação da campanha Cheque Gordo Atlântico, uma ação de endomarketing pensada para tornar a meta tangível, visível e desejada no cotidiano dos operadores. O conceito central foi transformar o reconhecimento em símbolo, materializando o resultado esperado de forma simples, direta e memorável.

A campanha foi implementada em 14 agências parceiras, envolvendo mais de 500 operadores, com uma comunicação clara e unificada sobre critérios, objetivos e recompensas. O “cheque” passou a funcionar como elemento-síntese da campanha — um objeto simbólico que representava não apenas o valor financeiro, mas o esforço coletivo, o alcance da meta e o reconhecimento do desempenho.

Ao longo da ação, peças de comunicação, ativações internas e pontos de contato foram desenhados para reforçar a presença do Fundo Atlântico, estimular a participação no programa de recompensas e manter o objetivo sempre visível. A lógica não era pressionar, mas mobilizar: fazer com que operadores reconhecessem a meta como algo possível, concreto e compartilhado.

Mais do que divulgar um programa, a campanha criou um ritual de engajamento, aproximando operadores, agências e marca em torno de um objetivo comum e reforçando a relação entre desempenho, reconhecimento e pertencimento.

Efeito

A campanha Cheque Gordo Atlântico superou de forma consistente todos os indicadores definidos, confirmando que o reposicionamento da meta como símbolo e experiência gerou impacto real no desempenho e no engajamento dos operadores.

As metas de desempenho foram alcançadas por 95% dos operadores, acima do objetivo inicial de 90%. A adesão ao programa de recompensas atingiu 98% de participação, demonstrando a força da campanha em mobilizar e engajar as equipes envolvidas.

O efeito mais expressivo apareceu na produtividade, que cresceu 40%, quase três vezes acima da meta estabelecida. Além dos resultados operacionais, a campanha também fortaleceu a imagem do Fundo Atlântico junto às agências parceiras, com um índice de percepção positiva de 85%, e contribuiu para a retenção de operadores, que alcançou 80% ao final do período.

Mais do que atingir números, a campanha reposicionou a relação entre operadores, metas e reconhecimento. Ao transformar o desempenho em algo visível, desejável e compartilhado, o Cheque Gordo Atlântico consolidou-se como uma ação de endomarketing capaz de gerar resultado, engajamento e vínculo duradouro com a marca.

Evidências

Quando a meta vira símbolo, o resultado aparece.

Desempenho
dos operadores

Referência inicial
90%
Resultado final
95%

Engajamento
no programa
de recompensas

Referência inicial
90%
Resultado final
98%

Imagem do
Fundo Atlântico

Referência inicial
20%
Resultado final
85%

Retenção de
operadores

Referência inicial
60%
Resultado final
80%